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<title>O modus operandi da censura</title>
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<title>Relatório da Comissão da Verdade do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais</title>
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<name>Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais, SJPMG</name>
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<updated>2018-01-30T17:22:25Z</updated>
<summary type="text">Relatório da Comissão da Verdade do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais
Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais, SJPMG
&lt;b&gt;&lt;p&gt;O presente Relatório trata das perseguições, monitoramentos, prisões, torturas, demissões, impedimento de trabalhar, cassações de direitos políticos, enquadramentos legais, da censura, da autocensura, exílio e outras formas de violência exercidas contra jornalistas e contra jornais, em Minas Gerais, entre 1964 e 1985. Integram o relatório, informações pessoais de&#13;
jornalistas e o relato da militância de depoentes. O relatório procurou dar conta do trabalho dos jornalistas que, mesmo sob censura, prisão, demissão, perseguição, ameaças, atentados e ou monitoramento ilegal, se esforçaram para denunciar prisões ilegais, torturas, ação terrorista de milícias constituídas à sombra da ditadura civil militar (até 1968) e depois ditadura militar (1970 / 1985). O relatório concluiu que a maioria dos jornais foi forçada a declinar ou optou por declinar de sua função de informar e de avaliar criticamente as informações e que foi obrigada e ou voluntariamente concorreu para uma produção de jornais com variados graus de conivência com a ditadura militar. E – mais grave – os jornais circunscreveram a produção de notícias ao campo dos problemas, aspirações ou esperanças dos segmentos médios e altos da população. E tornaram-se, assim, jornais cada vez mais distantes da crescente massa de brasileira muito empobrecida – massa de cidadãos que não pode contar com jornais que cuidassem dos seus problemas e que respeitassem a diversa identidade étnica, cultural, social&#13;
e histórica. O Relatório aponta para uma categoria profissional que, de 1960 até os anos de 1980, contribuiu, pela atuação de seus profissionais, para a defesa das liberdades democráticas, defesa dos segmentos mais carentes de justiça e defesa da liberdade de opinião, de informação, de expressão e, finalmente, liberdade de imprensa. O Relatório apela, por derradeiro, à Categoria Profissional para aprofundar o compromisso com o esforço incessante da defesa dos legítimos interesses dos  segmentos étnicos, culturais e sociais brasileiros – condições essenciais para o exercício da profissão de jornalista e para a produção de jornais – ambos - profissão e empreendimento - socialmente referenciados.&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;
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<title>Depoimento do professor e radialista Fábio Martins</title>
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<name>Comissão da Verdade em Minas Gerais, COVEMG</name>
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<updated>2018-12-26T13:09:18Z</updated>
<summary type="text">Depoimento do professor e radialista Fábio Martins
Comissão da Verdade em Minas Gerais, COVEMG
Contém áudio e transcrição do depoimento do professor e radialista Fábio Martins à Comissão da Verdade em Minas Gerais
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